sexta-feira, 3 de junho de 2011

Serena

(Escultura Ricardo Kersting)



Serena e dotada de um sonho
Que já foi meu
Fui acabar
Sem decifrar
Este mistério
Onde apoio os braços
E descanso a cabeça

Tenho mas não sei
Onde guardei
Todos os sonhos
Que me fazem ainda respirar

1 comentário:

Clarisse Silva disse...

Olá Dolores,

Seja talvez essa serenidade que a faz perceber e aceitar o que vier, com a certeza interior (talvez até inconsciente) o que aí vem. O sopro de vida nem sempre é entendido pela cabeça que tende a pender para o que os olhos observam, distraindo-nos do que é realmente importante.

Esta beleza acompanha sempre a divagação, porque será (?).

Beijo,
Clarisse